jazz
dose melancólica quer chorar batida de samba estridente logo se apruma sorrindo fortíssima se desafina se conhece sai desavergonhada improvisada voz sai de vez violenta ao invés de se enfeitar valentia voz da vez vocifera verborrágica uma vez vibrante vocálica vo-zinha sacolejo de pandeiro molengolengo vis-à-vis nota escorrida guitarra macia assim duma vez bis Elis.
Revista Poesia Sempre, nº 26.
Escrito por Elisa Andrade Buzzo às 10h40
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|