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Recuento de 2010 e começo de 2011 - Notícias de "Canção retrátil" O blog da Cartonera de Cuernavaca, que publicou o livro "Canção retrátil", publicou algumas fotos do lançamento do livro, que aconteceu em 26/02/2010. E a ilustradora Tartaruga Feliz, em seu novo blog postou algumas fotos de um exemplar do livro imerso em um raro raio de sol parisiense...
Escrito por Elisa Andrade Buzzo às 11h38
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Cidade aTravessa na Casa das Rosas - 19 de novembro de 2010 
Escrito por Elisa Andrade Buzzo às 11h23
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Lançamento Canção retrátil - São Paulo - 19 de junho na Casa das Rosas 2a. edição pela cartonera paraguaia Yiyi Jambo Livro de poemas bilíngue - português/ portunhol selvagem (tradução de Douglas Diegues e ensaio crítico de Andréa Catrópa) Dia 19 de junho de 2010 Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campo de Poesia e Literatura Avenida Paulista, 37 - próximo à estação Brigadeiro do metrô.
Escrito por Elisa Andrade Buzzo às 13h12
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Perfil do escritor franco-afegão Atiq Rahimi Atiq Rahimi tem uns olhos azul-esverdeados. Como os famosos olhos de Sharbat Gula, Atiq Rahimi tem uns olhos muito verde-claros, cor de absinto. Na verdade, eles tem uma cor tão indefinidamente transitória que eu posso enxergá-los a cada momento tomando-os por uma matiz diversa. Basta que a luz incida sob um outro ângulo ou intensidade. O que importa, talvez, seja o aspecto geral deles, essa limpidez que se percebe na tonalidade profunda dos lagos do Parque Nacional Band-e-Amir. Por isso, não confie nos meus próprios olhos imperfeitos, nem em nada que eu disser ou escrever, pois que tudo ainda decorrerá da escolha da escuridão feita pelo iluminador, que destacou apenas uma parte da história, que selecionou uma pose precisa no tempo e no espaço.
O perfil completo pode ser lido no site de jornalismo literário Texto Vivo.
Escrito por Elisa Andrade Buzzo às 19h07
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Lançamento Canção retrátil - Cuernavaca - México 
Escrito por Elisa Andrade Buzzo às 00h09
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circunstância
o poema é sempre um espetáculo um pouco mais denso
vem de um tempo longino onde a memória perdia o nome das coisas e as pessoas eram montarias do futuro Lau Siqueira (Texto sentido, Bagaço, 2007)
Escrito por Elisa Andrade Buzzo às 22h13
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Primera noticia de ninguna parte Não li sequer um livro de poemas. Há alguns dias experimentei aquela alegria profunda quando recebi o novo livro da Elisa Andrade Buzzo (Noticias de ninguna parte) pelos Correios. Chovia forte. A caixa de cartas é de ferro, grande, mas o envelope ficou com charmosas manchinhas de pingos e tinta de caneta. Uma delícia. Um quadro. Daí que abri sabendo já que era minha xará que ressurgia por via postal. Ela não se esquece. E abri a edição bilíngue já com água na boca. Mal folheei a brochura de capa cinza e meus olhos acharam o poema que eu havia guardado de quando ela o publicou no Suplemento Literário. Alegria de criança. Brinquedo novo. Ninguém pode pegar. Pus o livro em cima da mesa do escritório, pra não sumir entre os outros, e ando guardando um bom momento para lê-lo com os olhos descansados.
Ana Elisa Ribeiro, em crônica no Digestivo Cultural.
Escrito por Elisa Andrade Buzzo às 19h22
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Para encerrar o ano... 
Alguns dos piscadores no lançamento da coleção de postais pisc! (ainda está a venda na Livraria HQMix, na Praça Roosevelt). * A série de narrativa de viagem "Palácio dos sabores" se encerrou em dezembro em sua quinta parte. Publicada no site Digestivo Cultural, os textos falam sobre a culinária francesa a partir de um pequeno restaurante em Bordeaux. * Saiu a edição de número 44 da revista literária sèrieAlfa, Quatro poetas de Lima, com traduções do espanhol para outras seis línguas, inclusive para o português. * Em 2010, uma canção inédita no México, notícias de ninguna parte no Brasil e notícias (digeridas) de Vértigo de los aires...
Escrito por Elisa Andrade Buzzo às 12h42
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Lançamento pisc! - postais poesia imagem 
18 de dezembro na Praça Roosevelt - Livraria HQ Mix - a partir das 19h Confira o blog do projeto.
Escrito por Elisa Andrade Buzzo às 00h29
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Revista Celuzlose - número 3 
A Celuzlose é uma revista literária virtual, editada por Victor Del Franco, para ler, clique aqui.
Entrevista Rodrigo Petronio Literatura Brasileira Contemporânea Alice Ruiz Deborah Goldemberg Edson Cruz Elisa Andrade Buzzo Lau Siqueira Leonardo Gandolfi Maiara Gouveia Paulo Ferraz Ruy Proença Literatura sem Fronteiras Jesús Aparicio González (Espanha) Luis Aguilar (México) Luis Armenta Malpica (México) Luís Serguilha (Portugal) Caderno Crítico Antropofagia e linguagem poética no século XXI - por Lau Siqueira Um livro sem fim - por Reynaldo Jiménez Poesia Visual Celso Borges Rodolfo Franco
Escrito por Elisa Andrade Buzzo às 00h06
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Traduções de poemas de Constantin Cavafis (ou Konstantinos Kaváfis) – parte VI Lembre-se, corpo meu... Corpo meu, lembre-se não somente como você foi amado, não somente dos leitos onde se deitou, mas também dos desejos que por você brilhavam abertamente nos olhos, que tremiam na voz – e que um obstáculo qualquer impediu de se realizar. Agora que tudo aquilo pertence ao passado, é quase como se a esses desejos também você estivesse livre - como eles brilhavam, lembre-se, nos olhos que te contemplavam; como eles tremiam na voz, por você, lembre-se, corpo meu.
Depois das nove horas Meia-noite e meia. O tempo passou rápido, depois das noves horas, acendi a lâmpada, e vim me sentar aqui. Permaneci sem ler, e sem falar. A quem teria podido falar, eu que vivo sozinho nesta casa. O fantasma da minha juventude depois que acendi a lâmpada às nove horas, veio me encontrar e me recolocar na memória o perfume dos quartos fechados e o prazer passado – um prazer de tamanha audácia! Igualmente ele me trouxe aos olhos ruas que não podemos reconhecer hoje, lugares muito freqüentados que não existem mais, teatros e cafés que fizeram história. O fantasma de minha juventude veio me trazer também sua parte de desgosto; lutos de família, separações, opiniões dos próximos, vontades dos mortos tão pouco respeitadas. Meia-noite e meia. Como a hora passou. Meia-noite e meia. Como os anos passaram. Leia a primeira parte das minhas traduções dos poemas do autor neste link.
Escrito por Elisa Andrade Buzzo às 00h54
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Clarissa Oh, que vontade de morder as flores, trincar-lhe os caules verdes, os cálices, as pétalas, como se fossem frutas. Deus devia ter feito as coisas de tal maneira que a gente pudesse comer as flores, as pedras, a relva... Assim, nunca, ninguém passaria fome.
Leitura delicada e juvenil pra alegrar um dia cinza, Clarissa (1933), o primeiro romance de Erico Verissimo.
Escrito por Elisa Andrade Buzzo às 09h53
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Novidades literárias online Victor Del Franco avisa que a primeira edição da revista dedicada à literatura, a Celuzlose, já está no ar, isso mesmo (eu que pensava que ela seria impressa) está hospedada na internet! Ingênua! Ainda online estão as entrevistas com escritores feitas pelo jornalista Oscar D’Ambrósio para a Rádio Unesp FM de Bauru – no programa Perfil Literário. Elas podem ser ouvidas na íntegra, são mais de 130. Estou lá no número 67, quando passeei no centro de São Paulo para chegar ao estúdio, no prédio da reitoria da Unesp, na rua Quirino de Andrade.
Escrito por Elisa Andrade Buzzo às 22h25
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Novo livro de Octávio Roggiero Neto pendulação é nas horas de sossego que percebo a vida, enfim; noutras - demoras... - sou cego, apalpando o escuro em mim.
* primícias sardinhas pardas, menininha, teu belo rosto é como o céu, cheio de estrelinhas.
Poemas de Primícias poéticas (Rio de Janeiro, Câmara Brasileira de Jovens Escritores, 2009).
Escrito por Elisa Andrade Buzzo às 17h40
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"Y a du soleil dans la rue" Faz sol na rua/ Gosto do sol, mas não gosto da rua/ Então fico em casa/ Esperando que o mundo venha. Trecho de poema de Boris Vian no novo livro cheio de poesia da Maria Rita Kehl, O tempo e o cão - a atualidade das depressões (Boitempo, 2009). Tradução da autora.
"Pendant tout le temps de notre histoire" No decorrer de toda nossa história, durante um ano e meio nós falaremos dessa maneira, nós nunca falaremos de nós. Desde os primeiros dias, sabíamos que um futuro em comum não era desejável, então jamais falaremos do futuro, nós teremos intenções como jornalísticas, e, do contrário, de igual teor.
L’amant, Marguerite Duras (Prix Goncourt 1984).
Escrito por Elisa Andrade Buzzo às 09h47
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