Calíope


Lançamento O Casulo n. 8, jornal de literatura contemporânea





Escrito por Elisa Andrade Buzzo às 10h50
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jazz

dose melancólica
quer chorar
batida de samba
estridente
logo se apruma
sorrindo
fortíssima
se desafina
se conhece
sai desavergonhada
improvisada
voz sai de vez
violenta
ao invés
de se enfeitar
valentia
voz da vez
vocifera
verborrágica
uma vez
vibrante
vocálica
vo-zinha
sacolejo
de pandeiro
molengolengo
vis-à-vis
nota escorrida
guitarra macia
assim duma vez
bis Elis.


Escrito por Elisa Andrade Buzzo às 10h40
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Lançamento do novo livro de Ana Elisa Ribeiro



Escrito por Elisa Andrade Buzzo às 07h58
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XVII – Una Voz



Javier Díaz Gil, Hallazgo de la visión, 2000.


Escrito por Elisa Andrade Buzzo às 07h13
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Militar na poesia é preciso?

"Acredito que se você escreve livros buscando fazer o melhor, escreve na internet, edita revistas, organiza eventos, tudo isso são formas de militância. Mais do que isso, é ação, que é o que interessa. Não adianta pegar o megafone e ir protestar na porta do Ministério da Cultura. Cadê os poemas, os livros, a produção? Para mim é isso que interessa. Acho que vale a pena tentar equilibrar essas duas coisas, continuar produzindo e discutindo."

Bruno Brum, que fala também sobre seu novo livro (Cada, LIRA, 2007), em entrevista a Paulo Scott, no Terra Magazine.

Escrito por Elisa Andrade Buzzo às 19h38
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A mirada do olhar

Na nova coletânea multilíngue da revista eletrônica sèrieAlfa, escritores ilustram (!) fotos de Joan Navarro, tiradas em Berlim.

Leia clicando aqui.

Escrito por Elisa Andrade Buzzo às 10h35
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Mariana Terrón, em Chicas de bolsillo


mientras discutíamos
te miraba las cicatrices
que todavía
me gustan


*


el mundo
para qué

te voy a guardar en el bolsillo como un carozo
te voy a envolver en papel metalizado
como si fueras una bolita de hash


Mariana Terrón, Animé, 2005, Coleção Chicas de bolsillo.


Escrito por Elisa Andrade Buzzo às 05h52
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Mimos para começar o dia (texto de Cristiane Lisbôa)

Mergulhei nos potes de tinta guache azul céu que são teu olhos e nadei até ficar rouca. Quando tocaste a música que gosto, saí daquele mar dentro de potes, de céu, de tinta e dancei até as estrelas transmutarem em sol, bom dia, ainda é cedo. Teu beijo tem um gosto de sorvete de morango com calda de mel e o resto a nossa volta é sempre deliciosamente mentiroso.

Texto do blog da Cristiane.

Escrito por Elisa Andrade Buzzo às 05h59
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Curso de leitura de poemas contemporâneos com Andréa Catrópa



Escrito por Elisa Andrade Buzzo às 07h53
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foto: Sissy Eiko

Novo site revista Mininas

Mininas em novo estilo em http://www.mininas.com.br. Logo novo, projeto gráfico novo. Informações e edições anteriores disponíveis no site. Participe também da comunidade Revista Mininas no orkut!



Escrito por Elisa Andrade Buzzo às 10h12
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Lançamento do novo livro da Annita, “nesta cidade e abaixo de teus olhos”

Clara,
queria te escrever há tempos
mas a cada vez me faltava fôlego
na subida pros correios deste bairro montanhoso


(...)


algumas distâncias intransponíveis entre nós
algumas distâncias, Clara,
algumas distâncias
falhas
algumas falhas
o fôlego
que tento transpor nestas linhas
recupero
algumas distâncias com as quais te escrevo
deste bairro montanhoso e cinza
ao amanhecer na cidade em construção
a constrição nestes
intransponíveis versos
entre nós
que transponho aqui
nesta cidade e abaixo de teus olhos


algumas entre nós
tão intransponíveis distâncias,
Clara.


(...)


tão intransponíveis distâncias
tantas falhas
que talvez nem falte resposta
ou sobre
uma correspondência lacrada
alguns meses gestando mensagens ocultas
sobre a mesa meu envelope
selado
exibe teu endereço
teus terrenos
esta distância que nos separa
esta intransponível distância, Clara,
estas estradas tão distantes
e tardias
entre nós


(...)
Em nesta cidade e abaixo de teus olhos, de Annita Costa Malufe (7 Letras, 2007).
Lançamento no dia 4 de março de 2008 na Cantina d'Amico Piolim (Rua Augusta, 311, a partir das 19h30, São Paulo - SP).


Escrito por Elisa Andrade Buzzo às 10h06
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Etezina



Elisa says: (15:22:49)
voce sabe quem é a ETEZINA!!!!
Elisa says: (15:22:54)
e eu?
Elisa says: (15:22:58)
quando fico feliz?
Elisa says: (15:23:18)
é a pudi, se voce olhar ela bem de pertinho nos olhos, sem oculos, vai ver que ela parece um ête
Elisa says: (15:23:22)
et6e
Elisa says: (15:23:24)
etê
Elisa says: (15:23:53)
ela é um etê. voce nao sabia que um disco voador passou por vinhedo na noite em que voce achou ela?
Elisa says: (15:24:12)
ela é uma mensageira do espaço, mas os etês arrancaram todos os neuronios dela
Elisa says: (15:24:20)
pra ela nao contar nada de como sao os etês na verdade
Elisa says: (15:24:57)
mas só deixaram dois neurônios pra ela conseguir sobreviver
Célia Buzzo says: (15:25:14)
boba
Elisa says: (15:25:17)
se voce olhar bem fundo nos olhos dela, vai ver que ela é ume etezina
Elisa says: (15:25:19)
é verdade
Elisa says: (15:25:20)
olha ai
Célia Buzzo says: (15:25:21)
ela tá uma delicia
Elisa says: (15:25:24)
pára
Célia Buzzo says: (15:25:27)
apertei ela agora a pouco
Elisa says: (15:25:33)
ela é um extra terrestre
Elisa says: (15:25:36)
cuidado
Célia Buzzo says: (15:25:39)
a louça
Elisa says: (15:25:40)
ela pode ser radioativa
Célia Buzzo says: (15:25:42)
tchau
Elisa says: (15:25:49)
voce vai ter selenio nos ossos
Elisa says: (15:25:50)
quer isso?
Elisa says: (15:25:56)
ficar azul?


Escrito por Elisa Andrade Buzzo às 15h28
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15 anos depois... finalmente Barcelona. As coisas não são como se imaginam; geralmente...



Escrito por Elisa Andrade Buzzo às 19h10
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Escrito por Elisa Andrade Buzzo às 07h55
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I I I I

 

.no creo en esto que digo. .¿pero si en esto no creo por

qué lo digo? .por decir algo. .algo que claudique. .algo

mínimo para silenciarme. .el que escribe cree en lo que

dice. .no. .el que escribe desea creer en lo que escribe. .tal

vez. .el que escribe desea callarse. .merolico inconstante.

.merolico ausente. .porque detrás de esto no hay voz

 

 

de Rodrigo Flores Sánchez (estimado cliente, 2007)



Escrito por Elisa Andrade Buzzo às 00h59
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